Antes de começar a investir, é importante descobrir qual é o seu perfil de investidor, procurar entender a dinâmica do mercado e não se deixar influenciar por ele.
Equipe GemCapital
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É comum, quando vamos iniciar algo novo em nossas vidas, que acabe surgindo um pouco de medo e, principalmente, muitas dúvidas, especialmente quando o assunto é o mercado financeiro. Afinal, existem tantas opções e nomenclaturas que é normal se sentir perdido.
Existem alguns erros comuns entre iniciantes que, muitas vezes, ocorrem por conta da falta de informação. Por isso, antes de começar a investir, é importante descobrir qual é o seu perfil de investidor, procurar entender a dinâmica do mercado e não se deixar influenciar por ele. Veja, a seguir, cada um dos 06 erros mais comuns.
1. Não saber o Perfil de Investidor
Não saber qual é o seu perfil é um dos principais erros de investidores iniciantes. Por isso, é muito importante identificar a categoria ideal para você, como conservador, moderado ou arrojado.
Algumas pessoas acreditam possuir um perfil mais arrojado ou moderado, mas, quando observam oscilações na prática, acabam se apavorando e até perdendo dinheiro ao retirar o aporte antes do tempo, ou seja, perdem duas vezes.
2. Não possuir conhecimento
Quando começamos uma nova atividade ou vamos falar sobre determinado assunto, é primordial buscar conhecimento para poder desenvolver com segurança.
Para começar o acúmulo do seu patrimônio, é essencial entender como funciona esse universo: as nomenclaturas utilizadas, as diferenças entre os produtos ofertados e qual deles se alinha melhor aos seus objetivos.
3. Não fazer um Diagnóstico Financeiro
Saber qual é a sua real situação financeira é fundamental. Desta forma, você consegue entender quanto pode investir por mês sem prejudicar sua estabilidade e seus outros compromissos. Essa análise também auxilia na hora de planejar suas metas.
4. Não criar uma Reserva de Emergência
Como o próprio nome diz, a reserva de emergência é um valor reservado para situações fora do planejamento, como questões de saúde, perda de emprego e gastos inesperados no geral. O ideal é que essa reserva corresponda de três a seis meses do seu custo de vida, evitando que você precise resgatar outros aportes antes da hora. Além disso, ela deve ter liquidez imediata.
5. Falta de Diversificação
Outro fator que acaba prejudicando é não saber diversificar a carteira. Isso não significa sair aplicando em todos os produtos que aparecem, mas sim escolher o que faz sentido para o que você está buscando no momento.
Diversificar a carteira é uma forma de preservar o seu patrimônio sem depender de um único ativo, que, em determinado período, pode não ter o rendimento esperado. Porém, a diversificação não precisa ser feita somente com produtos do mercado tradicional.
Existem opções fora do mercado tradicional que possuem alta liquidez e não desvalorizam com o passar do tempo. Um exemplo é o mercado de pedras preciosas, que pode ir desde uma joia até o diamante lapidado.
6. Faltar Constância
A constância é essencial para alcançar o acúmulo de patrimônio, pois, desta forma, você não corre riscos desnecessários e consegue aproveitar as melhores oportunidades de cada período.
Às vezes, investir pequenas quantias todos os meses pode trazer resultados surpreendentes com o passar do tempo, muito superiores ao ato de aplicar valores altos apenas de tempos em tempos.
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