Ensinar isso desde cedo traz diversos benefícios, como o desenvolvimento da consciência sobre o valor do dinheiro, o que ajuda a criança a entender que é preciso trabalho para conquistá-lo.
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Muitas famílias brasileiras acabam deixando de conversar com seus filhos sobre como ter uma relação saudável com o dinheiro. Em alguns casos, acreditam que ainda é muito cedo para tocar no assunto. No entanto, quanto antes a educação financeira se fizer presente na vida de uma criança, irá prevenir dores de cabeça na vida adulta.
Ensinar isso desde cedo traz diversos benefícios, como o desenvolvimento da consciência sobre o valor do dinheiro, o que ajuda a criança a entender que é preciso trabalho para conquistá-lo. Além disso, aprende-se a importância de poupar e, principalmente, compreende-se o poder de escolha, percebendo que toda decisão tem um preço.
Segundo uma pesquisa da Serasa, no Brasil cerca de 85% dos pais conversam sobre educação financeira com seus filhos. Porém, um a cada cinco responsáveis não aborda o tema, representando cerca de 15% a 20% das famílias brasileiras.
Detalhes do levantamento mostram que 24% dos pais começam a abordar o assunto antes dos 5 anos, enquanto 23% começam entre os 6 e 8 anos. Já 18% dos pais esperam seus filhos atingirem 13 anos para tocar no tema. Um dado que chama a atenção nesse levantamento é que mais de 50% afirmam que nunca receberam educação financeira na infância e, atualmente, estão tentando mudar esse cenário.
Muitas vezes, os filhos se inspiram na figura paterna. O famoso herói do nosso dia a dia. Uma das funções que cabem a esse herói é ensinar sobre os caminhos da vida, e falar sobre dinheiro é uma forma de demonstrar amor e, principalmente, preparar os filhos para o futuro.
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As taxas de juros fazem parte do nosso cotidiano. Neste texto, explicamos de forma mais aprofundada como elas interferem no seu dia a dia e na economia mundial.

É normal que muitas famílias se preocupem com a vida financeira. No entanto, há casos em que esse estresse ultrapassa o limite do saudável, resultando em sintomas físicos e mentais que afetam diretamente o bem-estar.

Somos um país com 213 milhões de habitantes e apenas 60,6 milhões realizam investimentos, representando 36% da população.